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Déa Villa Verde - IOC

“Participo do coral desde outubro de 2003. Eu adoro. É uma das melhores

coisas que eu faço na vida. Faz muito bem ao bem-estar da gente. Sempre

gostei do coral e quando assistia as apresentações, ficava com vontade de

estar lá. Mas sempre fui muito tímida. Não tinha coragem. Um dia uma amiga

me trouxe, fiz o teste, gostei e não saí mais. Lá no meio do grupo você ganha

força, consegue se soltar. Além disso, aprendemos técnicas que dão mais

segurança.”

Ana Paula Medeiro

Cantar pra mim é como diz aquele samba na voz da Clara Nunes: há os que vivem a chorar, eu vivo pra cantar e canto pra viver.

O Coral da Fiocruz ocupa esse espaço vital pra mim: da emoção, da amizade, da saúde mental em meio ao caos e ao desalento. É pulsão de vida em forma de música.

Rosane Alves - INCQS

“Ter o Coral Fiocruz traz alegria e leveza ao meu dia a dia.”

Lu Milagres - Politécnico

Cantar é dar uma chance pra mente e pro coração colorir os acontecimentos da vida!

Cantar no trabalho é acreditar que o trabalhador pode e deve ser valorizado da forma mais humana. O Coral Fiocruz é um privilégio para qualquer trabalhador ou frequentador desta instituição.

Fazer parte deste projeto é me sentir abraçada. Estou no coral há 10 anos, e entre idas e vindas o Coral Fiocruz sempre me ajuda a respirar, conviver e, principalmente, trabalhar.

Sou semanalmente grata a todos os envolvidos com este lindo trabalho!

Wlamir Moura

Um dia comum vira mágico se é dia de Coral!

Maria Paula Bonatto - Museu da Vida

“Faço parte do coral desde a sua fundação. O que me motivou é o fato desse

trabalho envolver todas as unidades da Fiocruz, misturar todos os tipos de

pessoas, trabalhadores de diferentes áreas e também pela possibilidade de

estar cantando. Além de ser uma atividade artística, tem uma ação terapêutica

e relaxante e também é muito divertido. O coral proporciona um crescimento

coletivo que é uma coisa rara atualmente, normalmente as experiências que

nós temos são muito individualistas”.

Sandra Helena - IOC

“Eu entrei para o coro em 2008. Já tinha assistido algumas apresentações no

Fiocruz pra Você e acabei me interessando. Acho o coral muito legal. A gente

 

conhece outras pessoas, as músicas têm a ver com a instituição, estamos

sempre ensaiando um repertório novo, é um grupo bom. Para quem tem

vergonha, não há motivo. O coro é uma unicidade, no final a voz sai linda e

todo mundo tem potencial para cantar, é só desenvolver.”